domingo, 2 de outubro de 2011

Discurso Ao Mundo Estelar

Pergunto á minha alma, porque a sua raiva? porque o seu desdém e dor? O gosto da verdade, pode ser amargo, mas prefiro essa sangue do que cálice vazio de amor. Não minta na minha cara, seu mundo estelar, assim nem tempo sara, nem tempo consegue apagar. E grito nas estrelas, desafio o céu, abro mão que me entenda, sumo se me amar, continuo no caminho meu, no caminho estelar. Conheço sua luz atrás da energia, que pinta a negra noite, que esconde esses dias, de magia. Quer sua caverna, criatura de carne, quer seu fogo, e bichos de toda terra e sabor? Você quer o raio, que faz o seu desejo, mas que queima a cada beijo... que te faz rainha, hoje, e amanha te reduz em pó. Eu tinha entendido tudo bem errado, eu tinha misturado o solo com espaço, eu tinha inventado um ser que não será. Pai! Seja a pele eterna, essa forma humana, uma maldade necessária, um fim que exonera o autor. Pergunto á minha alma, se amor existe, ou só em conto de fadas amor existe, amor vence, amor se alimenta de amor. Mando a você, minhas poesias, tolas de paixão, a chuva já chegou, a chuva me lavou... estou em paz seu mundo estelar...  

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